domingo, 17 de janeiro de 2010

Entre um lá e um cá

O Império das Luzes, de Magritte, 1954. Pra pensar seguindo adiante nas provocações que os poemas me causaram. O jogo de estilhaços ocupando seus espaços e nos redimensionando o tempo, que já não se mostra seguro, mas visceral enquanto projeção de nossos olhares; um tempo e um espaço que se buscam no olhar do leitor do quadro, que por sua vez se busca internamente no interior do quadro, procurando-se nas dimensões nem tão seguras dos espelhos internos.



Um comentário:

  1. GOSTEI IMENSO;)
    Espelhos internos são tão frágeis...
    bjo!
    * gosto muito de passear por aqui

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