quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O sol de Maiakóvski

 
Tradução de Augusto de Campos 

Um dos poemas do ano é "O sol de Maiakóvski". Trago aqui na cuidadosa tradução de Augusto de Campos. Em 14 de abril de 1930, Maiakóvski metia um bala corpo adentro, mandando pro inferno o tudo mais e indo brilhar em outra dimensão. Gente é pra brilhar meu querido poeta, e você virou um sol há 80 anos, mas já era um vulcão na sua trajetória de vida, um apaixonado pela vida universal e um eterno inconformado.

5 comentários:

  1. Louco este sincronismo que nos faz viajar de blogue em bogue, e se assustar com a poesia.

    Morrer é fácil, difícil é deixar de viver, e continuar respirando.

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  2. nossa, como minha leitura anda atrasada!... é que eu andava meio alheia de tudo.

    [difícil é aprender a ser só. ou, como dizia gil, a só ser.]

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  3. O trecho destacado é apenas uma parte de um dos mais belos poemas de Maiakóvski, na primorosa tradução de Augusto de Campos.
    Sempre que lido desperta sensações...

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  4. Caro Penetralia, claro que lembro! Usado ali com um efeito incrível na voz da personagem Olga quando vivia as agruras de sua prisão. A cena em que o poema é dito é dura e vigorosa na sua força de resistência.
    Obrigada por aterrissar nestas paragens de riscos...
    Um beijo!

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