segunda-feira, 22 de março de 2010

Dissonâncias

Num vôo rasante, de bico, quase me perdi no reflexo, o dia virou noite e na queda vi muitas estrelas!


Para o Lau,
um poeta que se desnuda

olhando a lua
em noites de lua
nova.

e esse encanto
a lápis desenhado
cada nota
na pauta
é como se
a falta
ecoasse um lá
num dó
em desacordes
de mim.

4 comentários:

  1. Susanna, achei teu blog pelo blog do Claudio Daniel, adorei este poema! Beijos.

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  2. Obrigada Andresa pela visita! Volte sempre! Um beijo.

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  3. SUSANNA,

    Saudades daqui;)
    Poema para o Lau? lindo!! Adorei; o Lau é um amigo muito querido e merece toda a poesia "dos mundos". Te envio um poema meu, antiguinho que fala das notas "dó e lá". Bom saber que nossa poesia ecoa querida! Alegria em poesia;)
    Grande bjo!






    AMOR



    Às vezes me soa
    como uma sinfonia
    de Beethoven,
    ora suave
    ora grave...

    música delicada
    que inunda corpo
    alma,
    boca em chamas
    mãos em preces
    tom que parte
    tão longe num dó
    quase lá...

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  4. a falta é o poema que ecoa - sem dó.

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