sexta-feira, 13 de maio de 2011

Gaivotinha em crise no tempo de suas asas no espaço que atravessa... Sem saber viver, vive como pode no vôo urgente de sua sede pelo outro...

Minha inocência frágil imensa: a única que mantém meus olhos sorrindo para o vazio que insiste como uma gárgula na soleira dos meus sonhos.

Um comentário:

  1. talvez esse vazio abismo é que torne nossa gaivotinha táo especial, enquanto seus olhos sorriem, a poesia salva o mundo... curioso, dei de gostar de gaivotas... ñ era pra ser pq sou do mar, agora já foi.

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