quinta-feira, 16 de junho de 2011

Um flagrante desta gaivota dnapartida. Cidades são efêmeras, seus amores distensos, suas ruas tortas.


Há cidades que se perdem na contramão.

Na desilusão da paisagem

entre passagens e promessas

sem retorno.



4 comentários:

  1. ñ sei se eu já disse o qto este espaço é vital pra mim... tenho até medo de gastá-lo... mas sabe como é um bom vício, força o retorno, causa o entorno, traga a memória... rs rs rs Queria agradecer minha querida gaivota por dividir a poesia que seu olhar causa e descobre. bjos e cuidado com as pedras!!!

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  2. Olá, Susanna.

    O cotidiano anda corrido e ainda não tinha encontrado tempo de comentar aqui, mesmo já tendo lido o seu texto no dia da postagem! Esta fusão imagem/texto que está produzindo tem ficado ótima. Parabéns!

    Beijos.

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  3. Obrigada pelo comentário. A imagem vem depois, qd encontro. O texto nasce da minha experiência e da minha memória. Bjs!

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  4. e ae, muito bom esse espaço poético. re-erguendo vários marcos referenciais.
    convido os riscos e a todos há uma passagem por outro espaço, repleto de poesias e sobreposições, o http://www.nasarje.blogspot.com
    e se possível, postem algum comentário e/ou adicionem essa margem.
    abraços e muitas poéticas.
    koisam uchoà

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