sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Dos encontros

Descobrindo no contato com a água o que flui como a palma aberta sobre o teclado. Sabe quando os dedos procuram as teclas que se procuram na pauta que se procura nos sons que se perdem no encontro com o corpo? Pois é... é assim a descoberta... ;)
Uma gaivota viaja sempre. Entre um lá e um cá, no intervalo, esse espaço de tensão, vive o outro em si mesma. Vive agora o corpo no tempo que se expande. Sem pressa. 

3 comentários:

  1. delocando...

    "...do que se livrar para poder compor? Deixar ir o que incomoda e ficar com a plenitude dos poros abertos para a linguagem das coisas. Deixar o corpo fluir e fruir aquilo que a linguagem tem prestes a ousar na carne." Susanna

    olha eu carregando voos da gaivota predileta :)

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  2. Você é uma leitora inteligente.... ;)

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  3. mágico instante em que os dedos
    são asas de gaivotas
    ...

    Beijo carinhoso.

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