segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

No quarto crescente do olhar

para ricardo
Onde agora o olho
Aberto àquele, claro sonho,
Rosa que se aflora
À revelia desta arbórea
Face que se caça
Na luz que mira a caça,
Olho que desaloja o outro?

Quem me olha quando a mansa
Cor dos seus olhos avança
A rubra face de meu corpo?


3 comentários:

  1. ah! ñ dá para deixar de comentar uma poesia como a sua...
    intuitividade e intenso trabalho formal que parece uma sua segunda natureza de tão fluida q a tua poesia acontece aos ouvidos e aos sentidos internos da gente... Tem tanto texto despoético por aí q esse blog é como um oásis, um vício inevitável...

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  2. Viver na rota da poesia, é isso que também me acontece... você descortinou isso pra mim, de repente ! bela a apresentação do Blog e a sua sinceridade na escrita.

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  3. Qual a ciência que preocupava Da Vince
    No tato triangular que aflora as vistas
    Tanta astúcia na mácula lútea
    Desafia olhos céticos

    Até à vista!

    http://bestiariovirtual.blogspot.com/

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