domingo, 14 de outubro de 2012

asma

No vôo, a pedra, entre mim e o mundo; entre o ar e a liberdade. 
Nas asas, o peso e o desafio de respirar a pedra.

ar
rebenta
ar
ruína
ar
que chega
de partida

2 comentários:

  1. Um poema que me fala ao peito, Susana. Nos dois sentidos, asmática que já fui (toc!toc!toc!... nove anos sem nenhuma crise).

    Muito bom o seu blog, a sua poesia.

    Beijos

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  2. Obrigada, Elza Magna, por deixar suas pegadas por aqui... O ar é tudo com que se pode sonhar, não? bjs.

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